Desenvolvedor de ILL comentou sobre o processo de criação do jogo
Após meses de silêncio, ILL voltou aos holofotes com revelações empolgantes diretamente no Blog oficial do PlayStation. Dessa forma, os fãs do terror finalmente receberam respostas — e novas perguntas — sobre o aguardado jogo da Team Clout. Com destaque no Summer Game Fest 2025, o título já tinha chamado atenção por sua abordagem visceral e atmosfera sufocante. Agora, os desenvolvedores abriram o jogo sobre monstros, mecânicas, inspirações e muito mais.
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Terror físico, psicológico e… grotesco
Desde o início, a Team Clout deixou claro que ILL não quer apenas assustar. O objetivo é incomodar, provocar e fazer o jogador sentir cada segundo de tensão. Além disso, os inimigos não seguem o tradicional padrão de “surgir e morrer”. Eles sofrem, se transformam, evoluem e reagem ao ambiente. Dessa forma, o terror deixa de ser apenas visual e passa a ser algo quase palpável.
Segundo os criadores, essa abordagem hiper-realista se destaca por unir horror corporal com interações dinâmicas. Ainda mais, os monstros não são apenas obstáculos — são entidades vivas dentro de um mundo que responde às ações do jogador.

Os fundadores da Team Clout não são novatos quando o assunto é medo. Com experiência em produções como Longlegs, It: Bem-vindo a Derry e V/H/S/Beyond, o time traz para os games o que já dominava no cinema. Sendo assim, ILL nasce da união entre narrativa cinematográfica e gameplay emergente.
Além disso, os artistas conceituais Maxim Verehin e Oleg Vdovenko colocaram sua assinatura em cada criatura bizarra e cenário sombrio. Suas inspirações variam desde filmes dos anos 70 até clássicos como Silent Hill, Half-Life 2 e Resident Evil.
Monstros com personalidade — e propósito
Cada monstro em ILL é resultado de um processo criativo caótico e fascinante. Às vezes, uma simples imagem conceitual vira personagem. Outras vezes, um vídeo na internet ou uma lembrança incômoda acende a fagulha criativa. No entanto, o critério é sempre o mesmo: o design precisa funcionar dentro da mecânica do jogo.
Ainda assim, o impacto visual não é o único foco. A animação desses seres também foi tratada com extremo cuidado. Um dos monstros, por exemplo, surgiu a partir de uma sessão de captura de movimento em que um membro da equipe se curvou de forma bizarra — e assustadora. Isso mostra como o improviso e a espontaneidade também moldam o universo perturbador de ILL.
Além disso, a equipe recebeu suporte técnico da desenvolvedora Mundfish para elevar a qualidade das animações. Mesmo com o desafio de manter o jogo fluido a 60 FPS, os animadores buscaram preservar a sensação cinematográfica e o desconforto visual em cada movimento.

Jogabilidade com tensão constante
ILL não se limita ao terror narrativo. Pelo contrário, o jogo mistura tiroteios intensos, exploração e elementos de sobrevivência em primeira pessoa. O jogador precisará administrar recursos, melhorar armas e lidar com inimigos variados — de encontros isolados a hordas agressivas.
Além disso, o ambiente responde diretamente às ações do jogador. Por exemplo, consertar um sistema elétrico em uma área pode alterar drasticamente outra parte do mapa, criando situações imprevisíveis. Essa imprevisibilidade transforma o cenário em um personagem à parte — hostil, misterioso e sempre ameaçador.
As armas também merecem destaque. Espingardas, fuzis, revólveres e até armamentos improvisados estarão no arsenal. Ainda mais, haverá variedade entre armas de fogo e brancas, o que reforça o aspecto físico dos combates. Dessa forma, cada confronto promete ser tenso e visceral.
Muito mais que sustos
A trama de ILL permanece cercada de segredos, mas já sabemos que o protagonista tem motivações íntimas e profundas. O cenário, inspirado no Leste Europeu, reflete uma realidade sombria e decadente. Sendo assim, o jogo não apenas assusta — ele convida o jogador a mergulhar em um mundo onde esperança é um conceito distante.
Ainda que muitos detalhes sejam mantidos sob sigilo, os desenvolvedores prometem uma narrativa imersiva, com escolhas que impactam o desenrolar da história. ILL quer fazer o jogador sentir, pensar e, principalmente, lembrar — mesmo após desligar o console.
Uma experiência para todos — mas não para os fracos
Embora ILL tenha raízes profundas no terror, seus criadores afirmam que ele também foi pensado para quem busca ação, narrativa envolvente e mecânicas inteligentes. Dessa forma, o jogo se posiciona como uma experiência completa — e não apenas como um festival de sustos.
Além disso, a proposta é criar momentos únicos para cada jogador. Enquanto um vivencia uma cena absurda com uma criatura deformada, outro pode passar por algo completamente diferente. Esse dinamismo promete discussões entre amigos sobre acontecimentos distintos dentro do mesmo universo.
ILL está sendo desenvolvido para PlayStation 5, Xbox Series e PC e detalhes sobre o lançamento devem ser revelados em breve. Até lá, resta aguardar — e se preparar mentalmente para um dos jogos mais intensos e grotescos da nova geração.
Fonte: PlayStationBlog
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